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Aumento de 35€ no salário mínimo traduz-se num valor líquido de 26,65€ para o trabalhador?

FALSO

Segundo a tabela da Segurança Social (SS) relativa às taxas contributivas, uma entidade empregadora com fins lucrativos tem a pagar à SS 34,75%, nas quais se englobam as contribuições da empresa (23,75%) e a taxa de contribuição do trabalhador (11%). Os contribuintes que recebam até 710€ mensais, continuarão sem descontar para o IRS, conforme consta na tabela atualizada do portal das finanças.

A Pluritime explica como fazer os cálculos dos descontos tendo como base o aumento de 35€ do salário mínimo: “A entidade empregadora remunera em mais 35 € o trabalhador. Na prática tem um encargo de remuneração repartido em 35 para o vencimento base e 23,75% x 35 para a Segurança Social sobre a remuneração, que no somatório representa os 43,40 = 35 + (35 × 23,75%)”, esclarece.

Nesses 43,40€, resultante das contribuições para a SS e os mais 35€ de remuneração do trabalhador, estão também incluídas as contribuições para o FCT (Fundos de Compensação), que são “obrigatórias para as contratações a partir de 1 de Outubro de 2013”.Porém, “é preciso salvaguardar as especificidades da contratação, ressalva.

Para o trabalhador, o aumento de 35€ é na prática 31,15 € pois aos 35€ deve-se deduzir 11% para a segurança social. 35×11% = 3,85 , sendo que 35 – 3,85=31,15.

Em suma, o aumento de 35€ do salário mínimo nacional traduz-se num valor líquido de 31,15€ e não de 26,65€

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